A casa da Ju é “na mata”

Sábado regado a elementos-surpresa (bem como a Ju gosta). Tudo começou há um tempo atrás na ilha do sooool… desculpem-me. Me empolguei com minha veia desafinada, porém cheia de letras na cabeça.
Recomeçando: tudo começou com a sugestão de um churras sem local e sem churrasqueira. Hum… interesting, huh? Mesmo depois de ter sido sugerido (só pra não perder o get together e os amigos) usarem “o espacinho de trás de Ju” e comprar uma churrasqueira daquelas portáteis (e eu achava que a galera era fina… hahaha!), o churras não saiu e pensamos em festinha. Ah há! Aí vcs pensam que a festinha saiu? Ledo engano! Não houve quórum, mas a casa dobrou de volume quando BaleiroMan e Andrew arrived: tinham só Dani e Ju, logo, aumentou em 100% (ó que bacana isso: tudo nesta vida depende da perspectiva pela qual é olhada!). Ninguém aguentou o set de músicas anos 80 e 90 escolhidos respectivamente por A e J (passando de A-HA para “Minha pequena Eva”). Gente, desculpe, mas vodka LEVEL deixa a gente no estado literal da bebida: num NÍVEL que ninguém entende (vide escolha musical da Ju).
Aí a dona da casa, possuída pelo espírito do Rica, sugere de todos saírem (com a exceção de que ela foi junto e não pra outro lado, como o dono do espírito possuidor).

Começou a saga de “????”, meaning: “pra onde vamos?”, “mas tem mais gente vindo”… e etc. Caso do Felipe resolveu-se com um “espera a gente no posto que estamos chegando”. Ligamos pra Ms. Bachega e ela falou algo do tipo (não posso bem relatar pq não fui eu que falei com ela, mas deve ter sido assim…): “decide aí e me avisem…”. BaleiroMan deixou carro na casa da Ju e fomos com carro do A e do F (me remeteu a cenas de desenho animado, mas isso é piada interna…).

Houve um elemento-chave pra sairmos de casa que acabei me esquecendo de mencionar: Tina (ou Tati, já nem eu sei mais). Ela que motivou BaleiroMan a vestir calça-jeans STYLE do Andrew já que ele tinha ido com bermuda-de-quem-torce-e-se-veste-como-um-curitianu-danadu. Salve Andrew pela calça (!), afinal de contas, mas a primeira impressão é a que fica por um tempo (se eu tivesse aware do grau alcóolico da Tina antes de chegar lá, teria deixado o BaleiroMan chegar de cueca, se quisesse, pois a moiçola estava pra lá de Casablanca).

Vaca Véia: bar lotaaaaado e todos com cara de “e agora, josé?” pq quem tava dentro não saia, quem tava fora, não entrava (gente, isso não é um samba??). Não se podia mais beber lá fora pela lei do “psiu” (de silêncio mesmo, mas tinha tanta gente que mais parecia psiu de “ei, vc, gatinha…”) e lá dentro, onde se podia beber, não se entrava. Bom, hein?

Mr. Andrew Draga sugere coxinha da Offner e os outros dragas já se deliciam com a idéia. Claro que usamos a desculpa de “estamos fazendo apenas um team-work o acompanhando”, então todos comeram (olha o tamanho do trabalho em equipe!), mas só um pagou (quem mandou sugerir?). Cara de “e agora, josé?” de novo. O grupo gosta de ficar com esta cara em esquinas famosas do Itaim. Deveríamos fazer isso mais vezes…
Alguém (não sei a quem devo agradecer pela idéia) lembrou do fundo de quintal da casa da Ju e falou “galera, tem Na Mata”. Afinal de contas, se vcs achavam que a casa da Ju era na Raposo, ledo engano de novo. Surpresa pra quem não sabia: o “espacinho lá no fundo” que ela ofereceu nada mais era nada menos que uma segunda casa, cheia de pessoas (não tão felizes como back in 2005, mas tá valendo), com direito a drink próprio (JULIE!!: vodka com gelo e UM morango pro drink ficar sexy – gente, UM só!) e show particular do multi-task Milton Guedes (violão, guitarra, gaita, sax, voz, mãos, sorriso, manicure, pedicure e yakisoba). O cara arrasou nas adaptações musicais de sons estrangeiros com lyrics das músicas brasileiras. Ainda bem que isso salvou a noite, pois o DJ que-só-toca-40-segundos-de-cada-música estava cansando até os mais empolgados como Akio e Ju (que eram os únicos que faziam jus ao nome pista de DANÇA – os que lá estavam somente se faziam de poste). Apagam-se as luzes e aí… adivinhem!! O grupo faz DE NOVO (!!!) sua cara de “e agora, josé???” pq ninguém sabia do que se tratava a banda!! HAHAHA, manés que são manés mesmo são assim. E o melhor: se divertem horrores!!

O legal do grupo é a total diversidade: cada um executou teu papel ali de forma priceless. Ju e Andrew: os sem-noção de shorts na balada, Dani: perdidinha-achadinha, Akio: único japa alto e doido, Felipe (vejam abaixo), BaleiroMan: a alegria do grupo, Claudia: a Cinderela da balada. Até o Zeca que não foi, esteve presente pq ganhou trilha sonora (“não sei pq vc se foi / qtas saudades eu senti…). Lembramos de vc, Maverick. Baleiro se esqueceu de tudo (hmmmm… a vodka dele era mais forte que a minha), mas antes disso distribiu porções de sua alegria pro Andrew, pra Ju e pra Dani. Felipe que é novo no grupo, mas altamente aceito depois de executar dancinha-paga-mico-ingresso-pra-galera, ficou catatônico (algo que não conhecíamos no rapaz) ao ver J e D exchange selinhos. Akio e Ju pareciam gnomos pq estavam everywhere (melhor aproveitamento por metro quadrado já existente), enquanto outros conseguiam se fazer passar por Gasparzinhos. Hum. Entendi. Claudia foi abduzida por BaleiroMan sei lá pra qual realidade (já que ele se “esqueceu de tudo”), enquanto Andrew sabia de tudo que rolava com todos e, como de costume, fazia a galera se divertir. Houve até momento-estádio em plena balada quando Andrew, Akio e Ju se abraçaram e fizeram torcida (torciam tanto que até pulavam – o que remeteu à uma mistura de torcida de futebol com barreira de jogadores na falta). Houve momento Flashdance da Ju e Felipe imitando a corridinha da muiézinha do filme, até Claudia (de volta do seu passeio com BaleiroMan) dizer “não, não, agora vai ter que saltar”. E falou perto de quem? Ju e Andrew. Hahaha, macaco gosta de banana?? Ju deu passinhos pra trás na hora pra pegar impulso e Andrew dobrous os joelhos e bateu palmas dizendo “vem!” como um goleiro se preparando pro pênalti (estádio again). E lá vai Ju… Jesus. Pobre Andrew. Quase fica com o nariz do tamanho do dela depois da porrada que ela deu ao pular nele. Super gentleman, ele sorri (não a larga no chão!!) e diz “de novo”. Pensando em retrospectiva: que mico, hein, galera?? HAHAHA! Olha, me desculpem, mas daqui pra frente lembro de ter sentido mto calor, ficar mais molinha e sorridente, querer meus óculos de sol e… acordar às 10h. Acho que relaxei com tamanha alegria!

Ah!! Aprendi o turning point de quando a gata vira borralheira: quando Bachega toda Cinderela manda ver uma coxinha em 13 segundos às quase 4am com uma maestria que ninguém imita!

Como todo bom conto, tenho um “PS:”… PS: lembro também de cantar (again!) A-HA em alto e bom tom em parceria com Andrew na volta pra casa, mas desta vez com 2 elementos fundamentais: cantamos afinados (uh-huuu!) e com a platéia super especial da Dani, que até vibrou (só não bateu palma por puro estado derretido no banco de trás). A outra metade da platéia não aguentou e capotou ao lado dela (BaleiroMan), mas tenho certeza que acordou com A-HA na cabeça no domingo sem saber o pq…

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2 Comments Add yours

  1. Daniela says:

    Simplesmente SENSACIONAL!!!! Se eu não estivesse presente não acreditaria que tudo que foi relatado acima aconteceu em uma balada, mas como estava só me restou sentir saudades ao ler… pensando bem não quero mudar de turma não!!! ADOREI!!! Que venham os próximos eventos!!! Bjão!!! Dani Tedesco

  2. LifeIsNow says:

    AAAHHHHH NAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAOOO!!!!!!

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